Quem reage antes do mercado não reage: constrói. Atitude, cultura e comunidade definem a nova lógica de valor.
Em 2026, a conexão entre marcas e pessoas deixa de ser transacional e passa a ser relacional. Confira o que será tendência:
Ser ativo vira identidade.
A atividade física sai do lugar da performance e assume o papel de posicionamento: não é sobre ser atleta, mas sobre se perceber em movimento, em evolução constante.

Foto: Reprodução Internet/Pinterest
As raízes ganham evidência-
Marcas que dialogam com bem-estar, constância e desenvolvimento pessoal encontram espaço ao se conectar com um estilo de vida cada vez mais presente. Nesse contexto, a criatividade latino-americana ocupa o centro da conversa. Referências locais, sotaques, histórias e símbolos deixam de ser adaptados para agradar e passam a ser afirmados com orgulho. Autenticidade se consolida como diferencial competitivo.

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Consumir já não basta–
O público não quer apenas adquirir produtos, quer fazer parte. A relação evolui para troca: acompanhar processos, influenciar decisões e participar da construção das marcas. Comunidade passa a ser tão relevante quanto o produto em si.

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A surpresa se firma como estratégia–
Em um cotidiano guiado por métricas, dados e previsões, o inesperado vira luxo. Pequenos gestos, desvios sutis e detalhes fora do script criam memória emocional e fortalecem vínculos, sem depender de grandes produções.

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Parcerias e collabs estratégicas-
Deixam de ser apenas estratégicas para se tornarem culturais. Marcas, criadores e comunidades se encontram para cocriar experiências que ampliam alcance, aprofundam significado e constroem relevância de forma genuína e duradoura.

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